domingo, 18 de dezembro de 2011

Saúde Mental e Felicidade


Sinceramente, só pode dizer quem é feliz quem já passou pela dor.
e a respeito de dor, essa nós reconhecemos e sabemos muito bem.
passei muitas fases, momentos críticos, ruins, terríveis em minha vida.
Atualmente, tomando meus medicamentos com zelo, posso dizer que estou em um período estável a uns 4 meses.
A princípio, nem eu me reconhecia nesta condição de estar tão bem comigo mesmo.
Não me reconhecia todas as vezes que ia a um bar e não sentia necessidade de beber compulsivamente para depois sair causando escândalo.
Não me reconhecia quando a tarde, ao invés de me sentir vazio e solitário, saía para a casa de um amigo.
Não me reconhecia quando me apaixonava por alguém e apenas desejava o bem para aquela pessoa, sem ter que possuí-la para mim.
Foram várias as circunstâncias e ocasiões que, a princípio, eu não mais sabia quem eu era e estava me tornando.
Mais adiante, no tempo, fui perceber que estava me tornando propriamente eu.
Não deixei algumas manias anteriores (embora já haja um bom tempo que não me corte), algumas excentricidades. Isso também sou eu.
Posso dizer que encontrei o meu eixo, o meu norte daquilo que sou. E digo, ele não é irreconhecível a nós, nós o conhecemos. É apenas algo difícil de se agarrar.
Ainda após um tempo, descobri também que nunca fui feliz e ainda não sou.
Embora não possa negar o fato que tenha vivido momentos felizes em minha vida.
Mas posso dizer que tenho a felicidade lado-a-lado comigo. - Porque não a teria?
Este último semestre me formei na faculdade, tenho planos futuros ao qual desejo buscar, tenho muitos amigos que amo e que também me amam (apesar de entrarmos em conflito às vezes), tenho pais que, embora imagino que possam não me entender, me amam e buscam me auxiliar do modo que lhes é cabível e o principal, tenho Deus na minha vida. - A isto não poderia se chamar felicidade?
O resto são apenas sonhos, fantasias, desejos.
Ser feliz é algo completamente diferente de estar feliz.
Felicidade é opcional e pode ser uma constante. No meu caso, foi apenas um reconhecimento das coisas mais simples.
Pode ter fim amanhã, mas enquanto isso, quero aproveitá-la ao máximo e fazê-la valer a pena.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Meu corpo é quente, transpira incondicionalmente; mas minha alma é gelada e, como o gelo, queima.
Sim! Estou em dia com meus medicamentos, mas sinto que estes sequer fazem mais efeito sobre mim.
Sinto dó de mim, pena, e ao mesmo tempo, remorso.
Não vejo esperança, não vejo perspectiva para futuro e tudo parece tender a piorar. Suicídio realmente não definitivamente uma má ideia.
Porque devo afinal temer o inferno? - Sendo este afinal o único e exclusivo motivo que me prende a esta vida.
Tenho orado para Deus me arrancar este medo. - Que infeliz paradoxo.
Meu destino parece sombrio. Não quero ter que enfrentar todas as nuances desta vida.
Tenho medo do futuro, e não consigo viver sem pensar nele.
São caminhos escuros. Por mais que os planeje, esta seria apenas uma pequena vela que me guiaria na escuridão, mas a pequena chama de uma vela poderia facilmente cessar e abandonar-me quiçá no momento em que mais necessitasse de sua luz, seria da mesma forma o meu fim.
Tenho muitos lutos para elaborar nesta vida.
Não me refiro ao falecimento de entes queridos, me refiro ao término prematuro das coisas que comecei e não terminei nesta vida.
Tantas coisas com seu súbito fim tornaram-me, de certa forma, insensível. Talvez seja este o motivo de nem me recordar a última vez que derramei uma última lágrima.
Fui formado por estas consecutivas percas que foram aos poucos desfigurando meu ego.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Acho que vou escrever para ver se melhoro.
A realidade é que neste momento estou vivenciando um momento bastante peculiar em minha vida.
Não um momento excepcional, um momento nunca antes vivido; mas como alguns devem saber, para o border isto não existe. Para o border, cada situação apesar de parecer igual, sempre contém uma certa particularidade diferente da anterior.
Desta vez, sinto aquela velha solidão de sempre. Aquela velha solidão repaginada.
Engraçado que diferente da maioria dos borderline, eu não consigo nunca me relacionar (isso só me reforça a ideia de que morrerei só - o que me assusta muito).
As minhas frustrações, as minhas cisões, raciocínio 8 ou 80, e toda aquela sintomatologia tão bem descrita em manuais estatísticos são vivenciados por mim de modo bastante diferente. São todos no campo das ideias.
Me deixe explicar melhor.
Neste manuais falam que os pacientes borderline entram em relacionamentos e nestes relacionamentos vivenciam todas estes sintomas...passam por todas estas coisas.
No meu caso, ao contrário, eu sequer consigo entrar em um relacionamento. Não consigo.
Sinto-me sempre tão inferior a todos que penso nunca encontrar alguém bom o bastante para mim. Fantasio relações. Sempre fantasio situações com pessoas das quais vejo nas ruas e me apaixono pelas situações que vivencio. Pessoa perfeita, vida perfeita, relacionamento perfeito.
Nunca existirá!
Quando volto à realidade, me sinto o lixo que sou, por saber que nunca serei bom o bastante para a pessoa para a qual idealizei esta vida. Entram as escarificações. As punições. Os ataques de fúria e pânico.
Me apaixono sempre por uma ideia, e é isto o que estou vivendo atualmente. Não estou conseguindo sair desta fantasia.
Todas os sintomas borderlines, são em mim ativados pelas minhas fantasias, e nunca pela minha vida real, pelos relacionamentos reais...já que estes não existem.
Quando surgia a oportunidade de estar em relacionamento, me desvencilhava, fugia.
Atualmente, tenho a nítida impressão que a pessoa não é tão boa o bastante para mim quanto a fantasia, apesar de não ser real, e apesar de esta também ser responsável por todas as minhas cicatrizes.
Estou ficando louco.
Preferindo viver na fantasia que na realidade, e eu não consigo controlar isto.
Dias atrás escorei na sacada e pular não pareceu ser uma má ideia. Pensei, relutei.
Tenho também sonhado com suicídio.
Todos os dias, a angústia parece nunca haver fim.

Outra faceta é a angústia de não saber o que sou.
Dizem-me ser uma coisa, mas nunca me sinto capaz.
Estou no final do curso e minha auto-cobrança é desesperadora.
Sinto uma pressão esmagadora e, ao mesmo tempo não consigo escapar disso.
Sou o que penso que sou, ou o que dizem.
Parece ser uma questão fácil de ser resolvida, mas na minha mente, existe um nó indecifrável.
Eu perdi essa noção de "eu" e não sei qual devo seguir, pois ela é central para a formação de mim-futuro.
Sou mesmo bom aluno?
Sou mesmo inteligente?
Parece que não existe meio termo. Tenho que ser completo para ser.
Porque sou assim?
Estas respostas não encontrei em terapia, em remédio, em mim, nem em Deus.
O que vai ser de mim?
Seria mais fácil desistir?
Mas e se amanhã melhorar?
Nunca se sabe.

domingo, 25 de setembro de 2011

Cansado de mim mesmo.
Cansado de ser quem sou, ou quem não sei. Preciso dissociar isto ainda.
Parecem todos estarem cansados de terem que me aguentar, de terem que me carregar.
Sinto novamente o vazio caracterológico com uma mistura de negativismo, apatia, tristeza.
Quero chorar.
Quero me matar.
Chego a um ponto que me olho no espelho e não sei o que vou enxergar, se uma pessoa linda e agradável, ou um amontoado de lixo.
Queria que as pessoas me entendessem, entendessem e pudessem também sentir minha dor; talvez desta forma me deixariam em paz, considerariam logo como caso perdido e me abandonariam.
Sei que este pensamento é ridículo, me torna menor que um animal..mas é tudo o que quero.
Hoje em especial. Sei que todos não se importam, mas paradoxalmente eu sinto que preciso acreditar que alguém ainda liga para isso tudo.
Começo a fantasiar coisas...me torno um psicótico.
De repente, quem eu gosto está olhando para outra pessoa.
De repente vejo flertes, vejo trocas de olhares, palavras sussurradas.
Ao mesmo tempo, de quem eu gosto, tem apenas 15 minutos que a conheço; de um modo estranho, amor para mim é instantâneo.
E que ódio isso me dá.
De repente, a figura boa do Lucíolo foge. Não existe mais o belo Lucíolo.
O Lucíolo provocativo, amigo, espontâneo.
Surge o Lucíolo podre, fétido. Um excremento.
Gordo...mto gordo. Feio. Arrependido.
Só estas três coisinhas. Mas suficientes para destruir com minha vida.
Três coisinhas decisivas, que me colocam entre tentar ou não me matar...novamente.
Sabem realmente como me sinto?
Como se houvessem espancado meu ego. Espancado minha personalidade.
Acho que quero dormir e nunca mais acordar.
Quero vegetar. Me anestesiar de mim.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Se você ao menos soubesse o que me passa, reconheceria a dor enjaulada em mim.
Não alimentaria sonhos para depois destruí-los.
Não me chamaria de amigo quando precisava ouvir que me ama.
Se você ao menos se importasse, teria sequer conversado comigo.
Antes a rejeição de um "olá" que a rejeição dos sentimentos que agora carrego comigo.
Você não soube lidar com o que sou.
Não soube entender, não soube acolher.
Me abandonou com um simples "boa noite".
Covardemente disse-me as verdades que necessitava ouvir.
Verdades doloridas.
Agora estou só.
Joguei-me novamente em algo que não me daria a sustentação que necessitava.
Entreguei-me, ainda que brevemente, absolutamente e recebi apenas tua consolação.
Os sintomas de tua amizade que pensei ser a reciprocidade de toda a preocupação que tinha por você, todo o carinho, todo o amor que imediatamente senti quando o vi.
Me enganei novamente.
Dizia-me que deveria me livrar das máscaras que me envolvem para que outros pudessem me ver como realmente sou e, sem inibição, me entregar.
Soltei todas as máscaras, despi-me do que pensava não ser eu e recebi apenas o teu aplauso.
Prometeu-me o céu, mas nada me deu.
Finalmente, quando pude me esvaziar, o que pregava o amor tornou-se um discurso de amizade contrariando as próprias afirmações.
Retomo estas máscaras e me escondo novamente, uma vez que descoberto mostraria fraquezas demais para serem toleradas.
Retomo à minha solidão, à minha angústia contida, à minha silenciosa loucura.
Retomo ao ponto de partida esperando por próximos que possam cruzar meu caminho e fazer-me tão feliz quanto você havia dito que um dia seria contigo.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

ALTO BOA VISTA - MT

Pato Fu - Simplicidade.

Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia

Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso

Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria

Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia

Ainda ontem repousei a cabeça sobre aquela janela fria de um ônibus.
Eram quase meia-noite e apesar de estar escuro, ainda visualizava a silhueta daquelas que tanto me conquistaram e ainda conquistam.
Mesmo para aquela pequena cidade que ainda pouco conheço, mas que posso já dizer fazer parte de um pedaço do meu coração.
Um pedacinho esquecido por muitos, ignorado por outros...tanto faz.
Uma cidadezinha corriqueira, com sua vidinha pacata mas que encontra sua magia em seus habitantes.
Como já diz a letra de Fernanda Takai, "Vai diminuindo a cidade, vai aumentando a simpatia".
Possa isso talvez ser aplicado a este pequeno município no interior do Mato Grosso.
Seus habitantes tão simpáticos que souberam pouco a pouco conquistar a qualquer um de seus viajantes.
E poderia ser diferente?
Tão pequena, mas tão intensa. Com suas histórias, com seus personagens particulares, com suas peculiaridades e o melhor, sua simplicidade.
Enquanto aos habitantes? Como poderia me esquecer destes?
Pessoas sinceras, cordiais. Há mais dentes em seus sorrisos, há sinceridade em seus olhares.

Preso naquele calabouço que me levaria de volta ao caos da cidade grande, pude repensar todas as experiências, todos os sentimentos que vivi naqueles últimos dias.
Festas inesquecíveis, assistir ao nascer do sol às margens de um rio, risadas na calçada em frente a uma padaria, conversas em uma tarde, roda de amigos em um bar numa noite, diversões corriqueiras, simplórias, pueris. Brincadeiras e momentos que realmente fazem a diferença.
Como esquecer?
Como interpretar?
Por mais difíceis que as coisas aparentam estarem, haverá sempre um vizinho com o qual poderemos nos refugiar, conversar, tomar um café quentinho feito na hora, e opcionalmente fumar um cigarrinho.
A simplicidade, o conforto é o que marcam este povo. A simplicidade e o conforto deste povo foi o que me marcou.
Amigos fiéis, muitos conhecidos que mal se comparariam aqueles de minha terra natal.
Não há ciúme, não há inveja.
Podem haver fofocas e discussões, mas poderia pequenos detalhes destruir a riqueza de uma região?
Por mais difíceis e tortuosos possam parecer os tempos para uma pessoa, haverá sempre a esperança, o conforto de um irmão que saberá apaziguar qualquer coração aflito. E quantos destes irmãos não me cativaram?
Reconhecer que mesmo a distância e a saudade - irmãs siamesas vorazes - poderiam jamais nos afastar; poderiam jamais diminuir este sentimento tão intenso; poderiam jamais arrancar as vivências que tivemos; poderiam jamais arruinar o bom convívio de seus habitantes.
Não há tempo ruim além do que passamos no momento da despedida.
Não há momento melhor além daquele em que nos revemos, conhecemos o outro e desvendamos este outro, nos identificamos.
"Quanto mais simplicidade, melhor o nascer do dia", e como são belas suas manhãs.
Suas lanchonetes e seus bares abertos ao fim do dia. Seus proprietários se sentam à nossa mesa e desfrutam de uma agradável conversa que toma os mais diversos rumos.
Como comparar?
Por mais atrativa que pareçam ser as grandes cidades, por mais convidativas possam parecer suas luzes, nenhuma se compara à tranquilidade, às amizades, à simplicidade encontrada nas pequenas cidades.
Hum...Voltando para minha terra, ainda naquele ambiente frio, em uma noite de terça-feira.
Não haviam mais silhuetas conhecidas, agora eram apenas lembranças de um tempo que se foi, mas que com certeza, ainda haverá.
Há apenas lágrimas de despedida, Lamento pelos infortúnios e Sorrisos pelos bons momentos.
Foi maravilhoso!
Foi mágico!
Agradeço a todos os que contribuíram por estes momentos.

Dedicado este teste a: Rhanna e toda a família Milhomem, Cássia, Ludmila Taverny, Michelly, Márcia, Joab (ei! porque não? Rss), todos os outros que mesmo sem me conhecerem, que por uma simples troca de olhares tenham sido generosos o suficiente para adquirirem minha atenção e me recepcinado com uma saudação cordial.


ALTO BOA VISTA - MT

Pato Fu - Simplicidade.

Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia

Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso

Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria

Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia

Ainda ontem repousei a cabeça sobre aquela janela fria de um ônibus.
Eram quase meia-noite e apesar de estar escuro, ainda visualizava a silhueta daquelas que tanto me conquistaram e ainda conquistam.
Mesmo para aquela pequena cidade que ainda pouco conheço, mas que posso já dizer fazer parte de um pedaço do meu coração.
Um pedacinho esquecido por muitos, ignorado por outros...tanto faz.
Uma cidadezinha corriqueira, com sua vidinha pacata mas que encontra sua magia em seus habitantes.
Como já diz a letra de Fernanda Takai, "Vai diminuindo a cidade, vai aumentando a simpatia".
Possa isso talvez ser aplicado a este pequeno município no interior do Mato Grosso.
Seus habitantes tão simpáticos que souberam pouco a pouco conquistar a qualquer um de seus viajantes.
E poderia ser diferente?
Tão pequena, mas tão intensa. Com suas histórias, com seus personagens particulares, com suas peculiaridades e o melhor, sua simplicidade.
Enquanto aos habitantes? Como poderia me esquecer destes?
Pessoas sinceras, cordiais. Há mais dentes em seus sorrisos, há sinceridade em seus olhares.

Preso naquele calabouço que me levaria de volta ao caos da cidade grande, pude repensar todas as experiências, todos os sentimentos que vivi naqueles últimos dias.
Festas inesquecíveis, assistir ao nascer do sol às margens de um rio, risadas na calçada em frente a uma padaria, conversas em uma tarde, roda de amigos em um bar numa noite, diversões corriqueiras, simplórias, pueris. Brincadeiras e momentos que realmente fazem a diferença.
Como esquecer?
Como interpretar?
Por mais difíceis que as coisas aparentam estarem, haverá sempre um vizinho com o qual poderemos nos refugiar, conversar, tomar um café quentinho feito na hora, e opcionalmente fumar um cigarrinho.
A simplicidade, o conforto é o que marcam este povo. A simplicidade e o conforto deste povo foi o que me marcou.
Amigos fiéis, muitos conhecidos que mal se comparariam aqueles de minha terra natal.
Não há ciúme, não há inveja.
Podem haver fofocas e discussões, mas poderia pequenos detalhes destruir a riqueza de uma região?
Por mais difíceis e tortuosos possam parecer os tempos para uma pessoa, haverá sempre a esperança, o conforto de um irmão que saberá apaziguar qualquer coração aflito. E quantos destes irmãos não me cativaram?
Reconhecer que mesmo a distância e a saudade - irmãs siamesas vorazes - poderiam jamais nos afastar; poderiam jamais diminuir este sentimento tão intenso; poderiam jamais arrancar as vivências que tivemos; poderiam jamais arruinar o bom convívio de seus habitantes.
Não há tempo ruim além do que passamos no momento da despedida.
Não há momento melhor além daquele em que nos revemos, conhecemos o outro e desvendamos este outro, nos identificamos.
"Quanto mais simplicidade, melhor o nascer do dia", e como são belas suas manhãs.
Suas lanchonetes e seus bares abertos ao fim do dia. Seus proprietários se sentam à nossa mesa e desfrutam de uma agradável conversa que toma os mais diversos rumos.
Como comparar?
Por mais atrativa que pareçam ser as grandes cidades, por mais convidativas possam parecer suas luzes, nenhuma se compara à tranquilidade, às amizades, à simplicidade encontrada nas pequenas cidades.
Hum...Voltando para minha terra, ainda naquele ambiente frio, em uma noite de terça-feira.
Não haviam mais silhuetas conhecidas, agora eram apenas lembranças de um tempo que se foi, mas que com certeza, ainda haverá.
Há apenas lágrimas de despedida, Lamento pelos infortúnios e Sorrisos pelos bons momentos.
Foi maravilhoso!
Foi mágico!
Agradeço a todos os que contribuíram por estes momentos.

Dedicado este teste a: Rhanna e toda a família Milhomem, Cássia, Ludmila Taverny, Michelly, Márcia, Joab (ei! porque não? Rss), todos os outros que mesmo sem me conhecerem, que por uma simples troca de olhares tenham sido generosos o suficiente para adquirirem minha atenção e me recepcinado com uma saudação cordial.


Ainda ontem repousei a cabeça sobre aquela janela fria de um ônibus.
Eram quase meia-noite e apesar de estar escuro, ainda visualizava a silhueta daquelas que tanto me conquistaram e ainda conquistam.
Mesmo para aquela pequena cidade que ainda pouco conheço, mas que posso já dizer fazer parte de um pedaço do meu coração.
Um pedacinho esquecido por muitos, ignorado por outros...tanto faz.
Uma cidadezinha corriqueira, com sua vidinha pacata mas que encontra sua magia em seus habitantes.
Como já diz a letra de Fernanda Takai, "Vai diminuindo a cidade, vai aumentando a simpatia".
Possa isso talvez ser aplicado a este pequeno município no interior do Mato Grosso.
Seus habitantes tão simpáticos que souberam pouco a pouco conquistar a qualquer um de seus viajantes.
E poderia ser diferente?
Tão pequena, mas tão intensa. Com suas histórias, com seus personagens particulares, com suas peculiaridades e o melhor, sua simplicidade.
Enquanto aos habitantes? Como poderia me esquecer destes?
Pessoas sinceras, cordiais. Há mais dentes em seus sorrisos, há sinceridade em seus olhares.

Preso naquele calabouço que me levaria de volta ao caos da cidade grande, pude repensar todas as experiências, todos os sentimentos que vivi naqueles últimos dias.
Festas inesquecíveis, assistir ao nascer do sol às margens de um rio, risadas na calçada em frente a uma padaria, conversas em uma tarde, roda de amigos em um bar numa noite, diversões corriqueiras, simplórias, pueris. Brincadeiras e momentos que realmente fazem a diferença.
Como esquecer?
Como interpretar?
Por mais difíceis que as coisas aparentam estarem, haverá sempre um vizinho com o qual poderemos nos refugiar, conversar, tomar um café quentinho feito na hora, e opcionalmente fumar um cigarrinho.
A simplicidade, o conforto é o que marcam este povo. A simplicidade e o conforto deste povo foi o que me marcou.
Amigos fiéis, muitos conhecidos que mal se comparariam aqueles de minha terra natal.
Não há ciúme, não há inveja.
Podem haver fofocas e discussões, mas poderia pequenos detalhes destruir a riqueza de uma região?
Por mais difíceis e tortuosos possam parecer os tempos para uma pessoa, haverá sempre a esperança, o conforto de um irmão que saberá apaziguar qualquer coração aflito. E quantos destes irmãos não me cativaram?
Reconhecer que mesmo a distância e a saudade - irmãs siamesas vorazes - poderiam jamais nos afastar; poderiam jamais diminuir este sentimento tão intenso; poderiam jamais arrancar as vivências que tivemos; poderiam jamais arruinar o bom convívio de seus habitantes.
Não há tempo ruim além do que passamos no momento da despedida.
Não há momento melhor além daquele em que nos revemos, conhecemos o outro e desvendamos este outro, nos identificamos.
"Quanto mais simplicidade, melhor o nascer do dia", e como são belas suas manhãs.
Suas lanchonetes e seus bares abertos ao fim do dia. Seus proprietários se sentam à nossa mesa e desfrutam de uma agradável conversa que toma os mais diversos rumos.
Como comparar?
Por mais atrativa que pareçam ser as grandes cidades, por mais convidativas possam parecer suas luzes, nenhuma se compara à tranquilidade, às amizades, à simplicidade encontrada nas pequenas cidades.
Hum...Voltando para minha terra, ainda naquele ambiente frio, em uma noite de terça-feira.
Não haviam mais silhuetas conhecidas, agora eram apenas lembranças de um tempo que se foi, mas que com certeza, ainda haverá.
Há apenas lágrimas de despedida, Lamento pelos infortúnios e Sorrisos pelos bons momentos.
Foi maravilhoso!
Foi mágico!
Agradeço a todos os que contribuíram por estes momentos.

Dedicado este teste a: Rhanna e toda a família Milhomem, Cássia, Ludmila Taverny, Michelly, Márcia, Joab (ei! porque não? Rss), todos os outros que mesmo sem me conhecerem, que por uma simples troca de olhares tenham sido generosos o suficiente para adquirirem minha atenção e me recepcinado com uma saudação cordial.

Ouçam a música, vale realmente a pena e consegui transferir tudo aquilo que sinto e imagino



quinta-feira, 23 de junho de 2011

Total eclipse of the heart.

Eu não sei bem o que vem ocorrendo nestes últimos dias.
Parece estarem todos me evitando. Parece estarem todos evitando a minha presença, como seu portasse alguma maldita peste bacteriana e tivesse feridas purulentas abertas por todo meu corpo.
Sinto-me infeliz!
Neste feriado não há nada o que fazer, não há ninguém com quem fazer algo, pois todos já têm seus compromissos, outros sentem-se indispostos a fazer qualquer coisa além de dormir.
E riem de mim por eu estar só.
Zombam nas minhas costas e me apontam.
Não tenho ninguém com quem possa confiar, com quem possa sair e beber umas boas doses de vodka.
Ontem fui a uma festa junina, e quando o ambiente estava começando a ficar bom (ou quando eu estava começando a ficar bêbado), decidem ir embora.
Daí me perguntam: Porque eu não fiquei?
Quando se é caroneiro, muitas de suas opiniões e vontades são desconsideradas. Não se tem voz, nem vontade própria.
Outros dizem querer sair somente se algum outro for junto.
Pensava que minha presença bastasse para sairmos, sentarmos, beber, conversar, rir, ...
O choque da realidade é sempre cruel demais para ser vivenciada, mas poderia evitá-la?
Não tenho ninguém, e tenho a leve impressão que são todos avessos a mim.
Realmente não sei o que está acontecendo, se o problema é comigo ou com o mundo, embora culpabilizar o mundo seja uma resposta muito imatura para os problemas que me acometem, para o problema que sou.
Não tenho amigos suficientes. Não tenho companhia para nada, e sempre me resta os finais de semana solitários, tendo um toco de cigarro como única companhia.
Negam-me companhia e pedem simplesmente que não me ire contra eles. É um acordo justo?
Ao passo que me negam, pedem de volta e esperam ser bem recebidos em suas ofertas.
Esta é uma grande ironia e um dilema da amizade.
Podem não estarem dispostos para nós, mas temos que estar dispostos para eles.
¬¬'

domingo, 27 de março de 2011

Vidinha miserável!
Me sentia confortável nos últimos meses, chegando a pensar que estava completamente curado.
Doce ilusão! Sem menos esperar, nos defrontamos novamente com aquela maldita cena que nos transporta de volta à realidade.
E é choro, desilusão, rejeição, angústia, vazio, ...
Puxa! Quantos predicados.
Por um tempo, senti-me confortável com a condição de sentir-me curado, mas ao mesmo tempo, vivenciando a angústia de não me reconhecer naquela forma.
É engraçado, pois agora que sofro, me sinto mais próximo de mim.
Sem dúvidas, minha maior angústia borderline é não me reconhecer, não me entender, não saber o que quero ou o que sou. Viver a cada dia com diferentes planos para o futuro, sem nunca concluir qualquer um destes.
É uma dor que não cessa.
Enquanto à rejeição, começa sempre com ideações irreais de desvalia, rejeição que quase todas as vezes fogem à realidade e façam com que soframos, bem como fazemos o outro sofrer.
Sofremos pelo simples fato de razão e emoção estarem em uma constante luta.
Razão nos diz que estamos errados, que talvez o que pareça ser, não seja.
Emoção por sempre nos confundir dizendo uma verdade que queremos acreditar.
"Sim! Fui traído."
"Sim! Ele (a) me odeia."
"Sim! Sei que sou feio."
E nos perdemos entre razão e emoção. Afinal, em que devemos acreditar?
Há sempre uma constante angústia na arte do amor.
Uma incessante dúvida: Ao passo que desejo ardentemente ter alguém que me ame, esteja junto comigo e me entenda, afasto as pessoas por não me sentir confortável em um relacionamento, chegando mesmo a inibir a vinda do outro.
Sou chamado por todos aqueles que já passaram pela minha vida como o garoto problemático, imaturo, indecente ou mesmo chato.
O que não entendem é que por baixo de toda esta máscara, todas estas defesas que levanto são para aproximar, são gritos desesperados, são como apelo ao outro para que fique. Talvez uma maneira infantil de dizer que estejam comigo, que me amem.
Não sei como demonstrar amor, carinho.
Não foi assim que aprendi, mas foi assim que me criei.
Porque eu?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ouvindo repetidamente Roxette, tentando consolidar os mesmos sentimentos descritos na letra, ou mesmo aquela vaga sensação evocada pela melodia.
Mas o fato é que estou me sentindo terrivelmente só, desamparado, rejeitado (?)
Às vezes sinto que morrer seria a melhor solução, mas onde está a coragem?
Sinto-me preso a esta vida... seja pelo medo de magoar o outro, causar despesas ou mesmo algum tipo de sujeira, no caso de cortar meus pulsos.
De todas as formas, nenhuma me parece prazerosa.
Em última instância, poderia alegar medo de (até mesmo) ir para o inferno.
Sinto-me desesperadamente só. Como se todas as aflições do mundo de repente houvessem recaído sobre mim.
Não! Não se trata de uma depressão. Há algo mais além de uma tristeza, algo que não sei identificar. Talvez um vazio misturado a um tédio quase infinito, uma solidão ... enfim, um misto de sintomas que caracterizam tal sensação.
Escrevo com a esperança de poder melhorar, mas tal sentimento persiste dando uma falsa ideia de parecer não ter fim.
Vejo-me neste momento como um tolo bastidor de minha própria história, talvez sendo escrita por outros, ou tendo seu rascunho abandonado.
Não sei o que fazer, e há uma inquietação interior gritando por ajuda, mas minha boca emudece e nenhuma palavra pode ser dita. Estou fadado a tal condição.
Quero apoio e (por mais estúpido que pareça dizer) carinho. Não um carinho fruto de compaixão. Sinto-me abandonado, como se ninguém jamais se importasse comigo, e é justamente isto que desejo mudar.
Não sei o que fazer. Olho a minha volta e todos parecem tão apaixonados por si, pela vida e amando uns aos outros.
Ando na contra-mão do que chamariam de uma existência saudável. Estou fragilizado e parece que nada que eu faça vá mudar tal condição. Todas as esperanças se foram.
Mas ainda assim, contraditoriamente, há uma voz interior que negue tal condição e diga que por menores que sejam, as esperanças se renovam.
Deveria acreditar naquilo que sinto ou naquilo que penso?
Sentimentos sempre foram mais palpáveis e congruente.
Razão sempre foi meio duvidosa por ser deveras dialética e contraditória.
Talvez todas estas coisas se resumam a uma solidão infernal e irremediável de uma condição humana um tanto sub-desenvolvida, marginalizada.
Eu realmente queria morrer!!!

Saudades!!

Nossa, que saudade me veio neste momento.
Saudades de um tempo bom que já se foi.
Saudades de ser um adolescente inconsequente, sem juízo ou responsabilidades.
Saudades de ir àqueles saudosos shows de bandas alternativas do circuito underground de Goiânia.
Saudades do bom e velho Cererê...das bandas antigas que parecem já não possuir o mesmo talento de antes.
As vezes imagino que talvez tais bandas ainda sejam igualmente boas àquele período, apenas cresci e dei-me conta de outras possibilidades. As vezes imagino que cresci e deixei/abandonei todas aquelas coisas que tinham tanta importância e faziam todo um significado para mim. Quantos sonhos, quantas ideologias, inspirações, toda a rebeldia que circundava este período.
Engraçada a forma como meses atrás voltei ao Cererê e tudo parecia tão perdido de meu tempo, tão desconexo. Um lugar antes referência no movimento punk de Goiânia, hoje tornou-se de crianças purbas, emos, coloridos e outras tantas tribos que parecem ter se refugiado naquele local que carrega uma grande história ideológica e ativista.
Foi realmente chato ver aquelas crianças se atrelando umas nas outras e imaginar cinco anos a frente o futuro de tais. Talvez os jovens de hoje estejam realmente mais desenvolvidas que as de meu tempo.
Mas tanto faz, talvez sejam estas questões que não me digam respeito. Mas foi muito chato ver parte de toda uma história ser esfacelada. Sinto-me como se parte de mim houvesse ficado naquele lugar, nas ideias que tinha naquele tempo, nas paredes que cercam aquele teatro.
Parece que muita coisa se perdeu com o tempo, e eu me renovo a cada dia. Como se eu não fosse o resultado de uma vida e suas vivências, mas resultado de uma última semana. Fui me transformando em outros que eu mesmo desconheço. Talvez isso seja consequência deste transtorno, talvez eu seja apenas nostálgico...não sei quais são minhas atuais motivações.
Acho que com o tempo eu me perdi...não sei como me encontrar.
Queria mesmo voltar ao passado e viver novamente tudo aquilo que achava ter vivdo em sua plenitude.
Como me enganei!

Eu X Família

Não estou nem um pouco feliz com este carnaval.
Tenho montes de livros para ler, pesquisas para realizar...Será o feriado mais atarefado de minha vida.
Tenho uma certa preguiça só de pensar nestes dias que precedem a quarta-feira de cinzas.
Para falar a verdade, acho que nem vou festejar. Não há motivo para festejar.
Primos ingratos viajaram para outras cidades e sequer me convidaram. Imagino que tenham medo de mim (rss), medo de que eu faça algo que os constranja ou algo pior ainda, uma vez que já tenho a (agradável) fama de ser louco.
Então imagino que eu vá para um interior qualquer, encha a cara, vomite muito, beba um pouco mais e volte para casa de porre...como já me é costumeiro.
Deus me perdoe, mas como eu odeio a minha família. Odeio pelo fato de nunca concordar e ser completamente contrário ao que eles consideram certo ou elejam certos comportamentos como sendo socialmente aceitos.
São gostos, quereres completamente diferentes.
Eles - Sertanejo, e tão somente sertanejo.
Eu - Metal, Soul, New Age, Soul, Jazz, Clássica, Rock 60,70,80, House.
Eles - Cerveja, Tequila
Eu - Vinho, Vodka, (ocasionalmente) Cerveja.
Eles - Playboysinhos e Patricinhas
Eu - Alternativo
Eles - Sentimentais
Eu - Vazio afetivo
Eles - Extremamente apegados à constituição familiar
Eu - Ovelha negra, desapegado de qualquer núcleo familiar
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Acredito que não sejam poucas, mas inúmeras diferenças gritantes que nos afastam a cada dia mais. Não pelo simples fato de odiá-los, mas pelo fato de serem pobres ignorantes acéfalos com um repertório cultural extremamente escasso, sem levar em consideração seus quase nulos poderes de abstração e relativização. É deprimente.
Mais deprimente ainda é ter que, em reuniões familiares, ter que sentar na mesma mesa com estes e ouvi-los conversarem sobre os mesmos incansáveis assuntos: festas, piadas insossas, risadinhas abafadas ou exageradas ao ponto de serem encaradas enquanto falsas, homens, mulheres, fofocas intra-familiar.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ham...muito, realmente a muito tempo sem escrever.
palavras parecem querer sair meio tímidas.
Ultimamente (últimos 15 minutos) não sei o que vem acontecendo comigo.
Sinto-me só, sinto-me mal comigo mesmo. De repente, todos aqueles que pareciam futuros amantes tornaram-se tão distantes até mesmo de um breve coleguismo.
Não sei qual o problema dos outros, ou mesmo qual seja o meu problema.
Um sentimento de abandono com uma tristeza quase crônico que consome a alma.
Parece um tanto blasé me expressar desta forma, mas é nítida esta forma como me sinto. Como uma maldita alucinação tátil. Me sinto sendo constantemente consumido por esta sensação.
Ham..é realmente mto difícil de compreender tais questões.
Pareço entender perfeitamente a origem de tais sentimentos, mas me sinto extremamente tímido para divulgá-los, ou medo mesmo de parecer um tanto idiota.
Sou realmente tão repugnante de modo que não valha a pena sequer ser visto? Conquistado?
Talvez algum dia eu me torne amado por alguém? Ou talvez ame algum dia?
Não gostaria de esperar mais um dia, uma hora ou minuto. Tenho pressa, quase desespero.
Quero (praticamente exijo) tantas coisas. Seria este o motivo de talvez nunca haver estado com alguém antes? Ou mesmo sequer ter verdadeiramente amado outros antes?
Sinto paixões, paixões avassaladoras. Paixões que acabam em semanas, dias, horas, minutos, e mesmo segundos.
De fato nunca amei. Mal posso esperar para isto.
Quero sofrer, sentir ciúme, sentir raiva, tesão, alegria, esperança...coisa das quais nos tornam vivos.
Sempre entrar no MSN tem se tornado uma experiência tão dolorosa.
Ver todos aqueles, vítimas de minhas paixões e testemunhar seus descasos, suas indiferenças.
"Será que e vêem em sua janela de contatos?" "Será que se seguram para não virem falar comigo?" "Será que sequer pensam em mim?"
Mas um sentimento, uma energia hostil me possui, e vejo que todos os meus sonhos tornam-se novamente frustrados. "Não! Nem por um segundo pensaram ou lembraram-se de mim."
O que poderia fazer? Nesta vida assumi tão detestável forma com tamanhos (detestáveis) problemas que por vezes me impulsionam/inibem uma ação planejada. Explodo e sufoco.
Acabo com minhas próprias chances, uma vez que tenho a mim mesmo como meu maior inimigo.
Não sei o que fazer. Sinto novamente que quero morrer.
Porque este é um sentimento tão comum é real? Sempre tão contraditório. Sempre tão evasivo.
Quero simplesmente amar. Digo (pelo contrário), quero que amem de uma forma pura e sincera. Que amem verdadeiramente, e veja nas ações mais tolas ou pueris um reforço à primeira chama.

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