sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ode ao Orgasmo

O que é o orgasmo, não é mesmo minha gente?
Dias atrás estava sem sono e nessas ocasiões, só me sobra assistir à televisão, passeando de um canal a outro.
Aqueles que tiveram a oportunidade de assistir televisão neste horário, saberá o que estou dizendo. Há apenas duas alternativas: Programas cristãos ou programas eróticos.
Como um bom depravado, adivinhem qual que escolhi?
E numa destas passadas de canais, me deparei com uma pergunta: “Você saberia descrever um orgasmo?”
Fiquei pensando no assunto. Assunto que para alguns torna-se um tabu, para outros (como eu), é apenas mais um tema que merece uma filosofia de bar.
O que é um orgasmo?
Para mim, o orgasmo, é o pico do prazer, o clímax e o desfecho da relação sexual.
O que mais me chamou a atenção foi a resposta dada ainda pelos apresentadores.
“Um maravilhoso esguicho difícil de sair.”
Caberia alguma definição mais correta e conveniente?
Faço aqui a minha ode ao orgasmo.
Seja consigo mesmo, ou acompanhado, o orgasmo é a fonte de alegria para muitas pessoas. Para outras, é a certeza de que um dia será maravilhoso, e por ai vai.
“Um maravilhoso esguicho difícil de sair” – Sim! Estas são as palavras certas.
Como seria o mundo se todas as pessoas tivessem um orgasmo ao dia? Seria um lugar melhor?
Estou viajando em meus pensamentos. Quem saberia responder?
Uma visão utópica a algo divino, nos dado de presente. Claro! Também compartilho desta visão cristã a respeito do sexo.
Sabe-se que na Inglaterra, criaram o Dia do Orgasmo (07/07), uma data festiva criada de modo alternativo pelos sex shopz.
Incrível!
Há até um dia dedicado a isto.
Vamos todos gozar.
Gozar a vida, gozar a arte.
Levantar nossos pênis e abrir nossas pernas para o que está por vir.
Uma deliciosa trepança que acarreta num maravilhoso orgasmo. Seja este sozinho, ou acompanhado de vários outros.
Quem já teve a oportunidade de sentar perto de uma pessoa e conversar após esta ter acabado de ter um orgasmo?
Quem já teve esta chance, saberá a que me refiro. O rosto se ilumina, a pele se alisa tornando-se o mais delicioso néctar e por vezes, enrubesce. Adoro isso.
Quem ler pensará: Está doido!
Não, estou excitado.
Háhá.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pessoinhas obnóxeis.

Poxa! Um novo ano.
Novas alegrias. Novas tristezas.
Decepções. Enfim, um ciclo que novamente se inicia.
Esta semana já se iniciam novamente as aulas.
Ter que ver aquelas mesmas pessoas.
Algumas das quais morro de saudade, outras que me dão preguiça até de serem lembradas.
Ai! É quase agonizante ter que ver estas novamente.
É sádico.
Odeio tantas destas pessoas. Quero matá-las, destruí-las da forma mais sangrenta, dolorosa, impiedosa e lenta possível.
Algumas pessoas, de cara mostram o que querem, e a que vieram: Nos incomodar.
Não é necessário conhece-las a fundo, não é necessário sequer olhar para elas, apenas a presença já transmite uma energia avassaladora.
Não quero escrever mais.
¬¬

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Que merda

Quem diria?
Depois de tanto tempo acabei retornando.
Até eu pensei que havia abandonado... Mas, de vez em quando nos lembramos de fatos intragáveis que necessitam ser regorgitados de qualquer forma.
Nestes momentos, o blog se torna uma ferramenta terapêutica. hehehehe
E neste momento, o que me é intragável, é a ideia de sequer ter que rever certas pessoas em mais um semestre letivo. Certas pessoinhas hipócritas.
Com seu discurso politicamente correto, seus livrinhos tão irritantemente organizados e até mesmo a forma como conversa já se torna um motivo para execução em uma forma tão dolorosa quanto possível.
Sim! Estou falando destas antas paraenses que invadiram Goiás, invadiram nossas escolas, faculdades, empresas, rodas sociais, ...
A princípio, este discurso pode parecer xenófobo. Mas esta é mesmo a intenção.
Pessoas do Pará são feias pela própria natureza. Nunca vi um sequer que fosse ao menos agradável de ver ou conhecer. Pessoas ignorantes, caipiras.
Em especial, esta goooooorda salafrária que está no curso há 10 anos, trancou e resolveu voltar justo na minha turma.
Gorda ordinária...te odeio. Não pensem vocês que ela é gordinha, ela é obesa mórbida.
Consegue a proeza de ainda no período de manhã comer um pão de queijo do tamanho de um queijo minas, 300ml de café (sem exageros), uma coxinha com muita massa, outro copo de 500ml de suco de laranja.
É intrigante. Como cabe tudo isso dentro de uma pessoa?
O sotaque irritante. A forma de se dirigir às pessoas já demonstrando um interesse.
A hipocrisia que aprendeu com anos de evangelismo... Todas estas coisas colaboram para tornar-se o infortúnio atual.
A cidade natal? Paraupebas.
Mas se preferirem, PEBINHA, como a própria anta paraense a diz.
Hum...Perdi a vontade de continuar falando mal dela...então.
Tchau,

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Suddenly you make me feel like there was none in the world but you and me. But it was just a lie. There was only me.

Ah, Deus! Outra vez.
Outro dia onde meus sentimentos confundem-se novamente.
Nesta vez, vejo a paixão e a dor levantarem-se contra mim em uma maldita conspiração.
Me sinto só, me sinto assustado com todas as coisas que ocorrem à minha volta.

Minha mente, agora apática, vislumbra n'um trajeto veloz todas as cenas das quais vivi.
Todos os sonhos que esperançosamente se levantaram.
Todos os sonhos que miraculosamente se desfizeram.
Quantos suspiros interrompidos pela aparência do descaso.
Quantos casos em descaso pela simples imagem de uma figura torpe e um tanto indecente.
Feição humana que desagrada, que inibe e amedronta.
Feição humana que os afasta.
Feição...Tudo ao que vêem.
Apaixonado estaria por uma idéia, por uma ideologia, por uma utopia.
Mas há feição que lembram-nos de estarem sempre com os pés no chão.
Fazem-nos perceber que nem só de idéias e filosofias vive o homem.
Finca-nos os pés no chão e impede-nos de sonhar em um dia ser amados pelo que somos.
Sempre o que somos.
Sempre como somos.
Sempre o que temos.
Ah! Vida injusta.

Sonhos que vem, sonhos que vão.
Restam pesadelos.
Pesadelos vívidos, reais, quase palpáveis que mostram a insignicância de estar vivo.
Que apontam a insignificância de amar.
Que revelam a insignificância de viver.
Então...qual o sentido?
Qual a relevância?

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

?????

O que é fé?
O que é fé senão esperança?
O que é senão a crença naquilo que não se sabe ou se conhece.
Poderia alguém dizer ser possuidor deste?
Poderia alguém ter fé em si?
Poderia dizer ter fé no homem, aquele a quem julga "irmão"?
Besteira!
Não há mais fé neste mundo.
Onde a batalha foi perdida, jaz os corpos daqueles tantos que se dizia "mártires" de uma vã causa.
Neste campo de batalha, escorre o sangue em sacrifício aos que nesta terra caminham.
E caminham cegamente.
Sobre a incerteza de um destino incerto.
Pairam sobre suas cabeças a eterna dúvida de nunca saberem quem sequer são.
O que sequer conquistarão ao longo de tantos anos.
O que temos?
O que conquistamos?
Agimos demais e nos esquecemos de pensar.
Estamos nos últimos dias da racionalização.
E os instintos animais tem se sobressaído a nossa própria vontade.
Somos instintivos.
Somos irracionais, e vamos vivendo!
Quem me dera enchergar no homem um brilho nos olhos.
Uma expressão gentil que me aprouve, trazendo à tona as lembranças de minha alma.
Que me faça derramar uma lágrima sequer.
Estamos secos!
E não nos há sequer vontade de honrar a memória daqueles que lutaram por tempos melhores.
Estamos mortos para nós.
De nada somos, de nada conquistamos.
Somos apenas matéria orgânica que se perde ao longo de milhares de anos.
Adubo e solo para outras futuras espécies que se envergonharão do que nos tornamos.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Devaneios.

Os dias tem se passado, e não consigo controlar meu tempo.
Pensamentos vem e se vão.
Sentimentos que se misturam e se confundem.
Tenho estado um caos emocional. Estou um caco!
Deus me ajude a superar isto, pois já não estou aguentando mais.
Tenho pensado tanto em você (protagonista de minha vida), que já nem sei mais o que fazer.
Antes, tínhamos um contato tão intenso, algo que ardia dentro de mim (apesar de tão prematuro), e simplesmente você se foi.
Não disse aonde ia, ou se voltaria, sequer se despediu.
Deveria ter adivinhado, suas respostas que antes eram tão apaixonadas, foram se tornando secas e desconexas.
Eu queria (e quero) mais. Mas não se pode querer só. Deve ser recíproco e intenso.
A primeira vez que o vi, sabia que ali estaria um pretendente em potencial.
E mesmo a forma como ficamos juntos naquela noite, como você me beijava, me acariciava.
Sinto-me inseguro de dizer que o amo. Afinal, nem sei o que é isso.
Mas algo posso afirmar: Você foi único, foi especial à sua maneira.
Adorava a tudo o que fazia, a tudo o que falava em suas mensagens.
O que fiz para merece-lo?
O que fiz para perde-lo?
Não sei o que fazer para conquistá-lo novamente, se é que tenho chances.
Seu rosto ainda ronda meus pensamentos e mesmo sua imagem desnuda preenche os meus sonhos.
Escrevo textos para tentar suprimir, afogar esta outra frustração que a vida me traz.
Outra frustração, outra mágoa, outra dor.
Será que serei sempre só?
Será que a vida não me reserva nada de bom?

(29/09/2009) - Ainda estou vivo, e isto é o que importa, estou ganhando esta batalha pela minha vida.
Sinto-me muito estranho, parece que minha vida está do avesso.
Tenho ciclado de forma incrivelmente rápida.
Vivencio uma euforia extrema e logo após afundo-me numa depressão que parece não haver fim.
Não estou conseguindo mais suportar isso. Tem sido muito complicado.
Todas as pessoas a minha volta com as mesmas perguntas: "Você está bem?"
Ou mesmo com suas argumentações tão insosas: "Não fica assim não."
Admirável o fato de se preocuparem comigo, mas me deixem só quando perceberem que estou me sentindo abatido.
Eu recorrerei quando necessitar.
Hoje em especial vivenciei algo que me deixou extremamente abatido.
Estava na sala, quando fiz uma argumentação. Me senti ridículo por aquela argumentação, não sei o porque, e irei-me.
Saí da sala quase que passando por cima de quem se arriscasse a ficar em minha frente, fui para a entrada e fiquei fumando.
Fumei um, dois, três, ...nove cigarros. Contínuos.
Estava me sentindo terrível. Fiquei com medo de enlouquecer, olhava para as outras pessoas e as percebia olhando para mim. O que pensavam?
Estava retraído e sentia um enorme medo de me levantar do que lugar que me assentava.
Sentia como se as pessoas quizessem me ferir, ou algo do gênero.
Aquela tremenda angústia por estar lá sentado em frente a tantas pessoas e o medo de sair de lá. O que faria?
Uma apatia, um desejo de somente dormir e nunca mais acordar.
Achava que estara louco, ou que ficaria louco. Sentia estar a um passo de perder o controle de tudo e sair dali gritando numa crise de pânico, ou sei lá o que.

Mas antes, bem antes, há muito tempo que tenho tido problemas para dormir.
Sinto sono, mas não consigo dormir, me reviro na cama, balanço braços e pernas numa sincronia maldita, desenho no ar formatos de coisas que só existem na minha cabeça e creio estarem tomando formas.
Quando me inspiro, ainda me levanto, vou ao caderno e escrevo algum texto com o medo de quando acordar esquece-lo.
Não dói, mas sofro com isso, de manhã sinto-me extremamente cansado e só faço dormir.

Dias atrás vi uma pílula de rivotril que estava em cima da cama (minha mãe é quem as toma), e a engoli. O que poderia fazer? -pensei.
O dia inteiro fiquei como que zumbi, meus membros estavam mole, minhas pálpebras pesavam, mas não dormi, apenas deu um sossega.
Quando o efeito passou, comecei a soar copiosamente. Como soava. Uma onda de euforia começava a me invadir
Minha cabeça rodava com um milhão de pensamentos, minhas mãos ficavam inquietas como num tique incessante, parecia que não teria fim.
Entrei na internet e conversava com meus amigos com uma voracidade, teclava numa velocidade monstruosa. O teclado quase quebrava tamanha força que impunha sobre estes.
Conversava com meus pais ininterruptamente, e pouco a pouco fui me controlando.
Novamente, sentia que iria perder o controle; que estaria pronto a sair por aí tirando a roupa e gritando para os outros uma novidade que sequer existia, uma festa que não haveria, uma alegria falsa.
Estes tem sido os meus dias..incansáveis.
Minha consulta com a psiquiatra será na sexta.
Queria que fosse agora, pois está difícil aguentar esta barra. Parece ser tolo para muitos, mas experimente viver esta corrente emocional dia após dia, sem saber como você estará daqui 5 minutos.
Sendo uma constante bomba relógio prestes a explodir e matar a todos em sua volta.
Deus me ajude! Só pelas minhas forças, não consigo.
Deus nos abençoe.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Holy shit!

Please.. Just leave me alone.
And do not bother me.
Your presence piss me off.